FAQ

A HPLAN ECO é uma startup inovadora no setor de Climate Tech, dedicada a auxiliar municípios brasileiros na implementação de estratégias de transição climática. Com expertise em planejamento sustentável e mobilização de recursos, a HPLAN ECO atua como parceira estratégica, abrangendo integralmente os caminhos de financiamento climático delineados no ecossistema nacional, incluindo fundos públicos como o Fundo Clima, Fundo Amazônia, FNDCT, Novo PAC e Plano Safra, além de instrumentos internacionais via BMDs (Bancos Multilaterais de Desenvolvimento) e FCIs (Fundos Climáticos Internacionais), como o GCF e o GEF.

Essa abordagem holística garante que os municípios acessem fontes públicas e privadas de forma eficiente, alinhando ações locais aos objetivos do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima 2025-2035) e à Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil no Acordo de Paris.

Ao integrar blended finance, títulos verdes e garantias, a HPLAN ECO otimiza a alocação de recursos para mitigação de emissões de gases de efeito estufa (GEE), adaptação e construção de resiliência, promovendo uma economia de baixo carbono inclusiva e sustentável.

O processo de suporte oferecido pela HPLAN ECO inicia-se com reuniões colaborativas para definir prioridades e necessidades locais alinhadas ao Plano Clima e à NDC. Nesses encontros, facilitados por especialistas em análise climática, os representantes municipais identificam demandas específicas, como infraestrutura resiliente, ações comunitárias ou tecnologias de adaptação, utilizando cenários climáticos baseados em dados científicos do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) e do MMA (Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima).

Essa etapa assegura que as iniciativas reflitam as nove grandes demandas nacionais de financiamento climático, incluindo políticas públicas, pesquisa e desenvolvimento, e educação e capacitação, enquanto se alinham às metas de redução de emissões e aumento de resiliência estabelecidas na NDC. Em seguida, a HPLAN ECO realiza uma verificação minuciosa das condicionantes dos fundos ou canais adequados, avaliando critérios de elegibilidade, como conformidade com o Cadastro Ambiental Rural (CAR), Taxonomia Sustentável Brasileira (prevista para 2026) e “marcadores verdes” orçamentários. Essa análise personalizada considera o perfil de risco-retorno de cada fonte, priorizando opções como o BNDES para projetos de grande escala ou o BID para cooperação internacional, garantindo que o município maximize o acesso a recursos concessionais e não reembolsáveis. A preparação da documentação e do projeto é conduzida com rigor técnico e transparência, abrangendo fases de pré-projeto, licenciamento ambiental e elaboração de orçamentos detalhados.

A HPLAN ECO desenvolve propostas robustas, incorporando análises de impacto climático e de riscos (físicos e de transição), além de mecanismos de governança como audiências públicas para aprovação comunitária.

Essa etapa promove a participação da sociedade civil, assegurando que os projetos atendam padrões de accountability e evitem sobreposições institucionais, conforme recomendado nos arranjos de governança federal, como o Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM).

O envio da proposta ocorre via canais oficiais, com a HPLAN ECO coordenando submissões através de plataformas como o Siconv (Sistema de Convênios do Governo Federal), portais do MMA ou BNDES, e chamadas públicas internacionais.

Essa facilitação otimiza prazos e conformidade regulatória, reduzindo barreiras burocráticas comuns aos entes municipais. Ao longo do processo de aprovação e financiamento, a HPLAN ECO oferece acompanhamento contínuo, monitorando avaliações por comitês gestores e negociando contrapartidas ou garantias.

Essa suporte especializado acelera desembolsos, que podem variar de subvenções a empréstimos concessionais, e mitiga riscos por meio de estruturas de blended finance. Finalmente, a HPLAN ECO promove a fase de implementação, monitoramento e relatoria, garantindo conformidade com as normas internacionais IFRS S1 (divulgações gerais de sustentabilidade) e S2 (divulgações climáticas específicas).

Os municípios recebem ferramentas para rastrear indicadores de desempenho, como redução de emissões e resiliência aprimorada, e elaborar relatórios transparentes para os financiadores. Essa integração não apenas assegura a accountability, mas também fortalece a capacidade local para futuras mobilizações de capital, contribuindo para a realização plena dos compromissos climáticos nacionais.

Por meio dessa consultoria end-to-end, a HPLAN ECO empodera municípios a navegarem o complexo ecossistema de financiamento climático, transformando desafios em oportunidades de desenvolvimento sustentável e resiliente. Com uma visão integrada e orientada por dados, a startup posiciona-se como aliada essencial na jornada rumo a uma economia verde no Brasil.

O SIGHPlan (Sistema de Gestão Híbrida de Planos) é um conceito que pode ser inferido como uma plataforma ou sistema projetado para integrar e gerenciar planos relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às políticas de mudança climática instituídas por entes federativos, estaduais e municipais no Brasil.

SIGHPlan é uma solução digital baseada em tecnologia WebSIG (Sistema de Informações Geográficas na Web), que combina funcionalidades de georreferenciamento, análise de dados espaciais e gestão integrada de projetos para apoiar entes públicos na implementação, monitoramento e avaliação de planos climáticos e de sustentabilidade

Fundo climático internacional que fornece recursos não reembolsáveis e financiamento concessional para projetos de adaptação às mudanças climáticas, acessado pelo Brasil como um dos principais Fundos Climáticos Internacionais (FCIs).

Conjunto de critérios utilizados para avaliar o impacto ambiental, social e de governança das práticas empresariais, integrados em processos de investimento e gestão de riscos no financiamento climático.

Instituições financeiras internacionais, como o BID e o Banco Mundial, que fornecem dívida, políticas, subsídios e garantias para o desenvolvimento de baixo carbono e resiliente ao clima, com metas climáticas de longo prazo.

Abordagem de financiamento que combina recursos públicos e privados para reduzir riscos e atrair investimentos em projetos climáticos, promovendo a coordenação entre governos, empresas e financiadores de desenvolvimento.

Principal instituição do Sistema Nacional de Fomento (SNF) no Brasil, responsável por uma carteira significativa de investimentos climáticos, incluindo a gestão do Fundo Clima e do Fundo Amazônia.

Conjunto de fundos internacionais que apoiam projetos de mitigação e adaptação, acessados pelo Brasil para financiar iniciativas de baixo carbono e resiliência.

Órgão governamental federal brasileiro que coordena políticas climáticas entre ministérios, retomado em 2023 para integrar ações de descarbonização e financiamento.

Recursos financeiros destinados a enfrentar as mudanças climáticas, com o objetivo de reduzir emissões líquidas de gases de efeito estufa (GEE) e/ou melhorar a adaptação e a resiliência a impactos climáticos presentes e futuros. Pode originar-se de fontes públicas ou privadas, canalizado por intermediários via instrumentos como doações, empréstimos concessionais e realocações orçamentárias (baseado em IPCC, 2023).

Tipo de empréstimo ou recurso com condições favoráveis, como taxas de juros reduzidas ou prazos estendidos, utilizado principalmente em canais públicos como o Fundo Clima e o Plano Safra para projetos climáticos.

Canal de financiamento público com percentual de recursos direcionados a pesquisa e desenvolvimento (P&D) sustentável, gerido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com potencial para alinhamento ao Plano Clima.

Instrumento exclusivo de financiamento climático, gerido pelo BNDES, que apoia projetos de redução de desmatamento e conservação na Amazônia, com recursos de doações internacionais e nacionais.

Fundo federal gerido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), financiado por receitas da União, que apoia projetos de mitigação e adaptação climática via empréstimos concessionais e subvenções.

Principal fundo climático internacional acessado pelo Brasil, fornecendo recursos não reembolsáveis e concessional para desbloquear investimentos em ações climáticas.

Fundo internacional que financia projetos ambientais globais, incluindo adaptação e mitigação climática, com foco em biodiversidade e desenvolvimento sustentável.

Substâncias como dióxido de carbono (CO₂) e metano (CH₄) que contribuem para o aquecimento global; o financiamento climático visa reduzir suas emissões líquidas.

Compromisso assumido pelo Brasil no Acordo de Paris para reduzir emissões de GEE e adotar medidas de adaptação, atualizado periodicamente para maior ambição climática.

Iniciativa federal com R$ 1,7 trilhão em investimentos, que aloca percentual de recursos para projetos climáticos e sustentáveis, coordenado pela Casa Civil.

Estratégia federal em construção para 2025-2035, que define prioridades de mitigação, adaptação e financiamento climático, alinhada à NDC.

Programa anual de financiamento agrícola gerido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), com linhas para práticas sustentáveis e adaptação climática, totalizando bilhões em recursos.

Mecanismo internacional para compensar reduções de emissões de florestas, implementado no Brasil via Comissão Nacional para REDD+ (CONAREDD+).

Possibilidade de perdas devido a eventos climáticos, dividido em risco de transição (relacionado à economia de baixo carbono) e risco físico (impactos diretos como eventos extremos).

Conjunto de 34 instituições públicas e de desenvolvimento no Brasil, responsáveis por 45,5% do crédito nacional (R$ 2,4 trilhões em operações), incluindo o BNDES e bancos regionais.

Classificação regulatória prevista para 2026, que define critérios para atividades sustentáveis, facilitando o alinhamento de investimentos ao financiamento climático.

Instrumentos de dívida emitidos pelo Tesouro Nacional ou entidades públicas para financiar projetos ambientais, como as emissões realizadas desde 2023 para adaptação climática.